Para muitas pessoas esta quarta-feira pode parecer um dia normal, mas para nós... não! E sabe por quê? Porque hoje é o nosso dia, o dia do publicitário!
Vamos imaginar que você confia muito em alguém e descobre que essa pessoa está agindo de má-fé com você. O que você faria? Se pudesse, mandaria pra lua e só com passagem de ida, né? Até porque não dá pra continuar acreditando em uma pessoa assim. Mas veja só, esse exemplo cabe também às empresas, afinal, as que não agem com transparência correm o risco de perder, em um piscar de olhos, seus clientes, seus investidores, funcionários, podendo até mesmo chegar ao ponto de ter que fechar as portas.
Você já deve ter ouvido muitos bordões, né? Se lembra de “É mara!”, do Seu Ladir, da série “Toma lá da Cá”? E o clássico “Tô certo ou tô errado?”, do Sinhozinho Malta, de “Roque Santeiro”? O "Ronaldo", do Zina, ou os outros milhares do Pânico na TV? Enfim, há uma infinidade deles, que, não só fizeram sucesso nas telinhas, como também na boca do povo. Então aquilo que a gente chama de meme seria um bordão? Não, apesar de terem a mesma função, um bordão é algo repetido exaustivamente por um programa, enquanto um meme é feito por várias pessoas na Internet e com várias versões, podendo ser tanto uma frase como também uma imagem ou vídeo. Mas, vamos deixar essa questão mais teórica de lado e partir para o que realmente interessa: a importância da viralização! Como o próprio nome já diz, viral é qualquer coisa que se espalha rapidamente, principalmente através da Internet, e que, mais tarde, pode se transformar em um bom meme. Um exemplo disso foi o “que deselegante” da Sandra Annenberg, viralizado, em um primeiro momento, e usado como meme por muitas pessoas. A lista, claro, é enorme, todos sabem, todos menos Luiza, que está no Canadá... haha, ops! Enfim, a frase que bombou nesses últimos dias continua circulando no Facebook, Twitter, nos sites de notícias, nas rodas de amigos, tudo por causa da viralização da campanha da construtora Enger, na qual o pai de Luiza veio a soltar essa grande pérola.
E desde quando mãozinha dá passo? Ah, pode ter certeza que a nossa dá! Há alguns meses falamos que a gente iria participar do Projeto ISO Fácil, em busca da certificação ISO 9001 e tudo mais, você se lembra, né? Pois bem, esta semana rolou a primeira reunião do projeto - que é uma parceria entre a ACIA e a Destra Consultoria -, e o Rafa foi lá representando a gente. Foi o primeiro passo de muitos que vamos dar este ano, mas estamos mega animados e confiantes no nosso Tactos taco! E não é pra menos, isso, sem dúvidas, entra naquilo que a gente tem insistido em falar nos últimos posts: nosso foco é a qualidade total, e o ISO nada mais é que uma certificação de qualidade.
Vamos falar um pouco sobre preconceito, mas, por preconceito entenda: "ter uma opinião formada antes de ter os conhecimentos necessários, adequados, para se chegar a uma conclusão pertinente", ok? Após esse momento "Professor Pasquale", vamos ao que interessa. Quantas músicas você já deixou de ouvir simplesmente por preconceito? E quantos filmes já deixou de assistir, quantos livros deixou de ler, quanta coisa já deixou de viver só por ACHAR que não seria legal? Por exemplo, você já deve ter visto muita gente falando mal daquele filme "Crepúsculo" sem ao menos assistir, certo? É disso que estamos falando, muitas coisas não são experimentadas por ficar naquele "achismo". O fato é: quanto mais rico for seu repertório cultural, mais referência terá para o trabalho e também para a vida pessoal. E repertório cultural não significa ver somente aquilo que os críticos consideram bom, mas sim tudo, tudo mesmo. Você deve filtrar o melhor de cada coisa, e não filtrar antes de tomar consciência dos fatos. Ver coisas ruins pode ser fundamental para desenvolver o seu senso crítico!